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“Recurso tem que chegar ao pobre”, diz Suíca após CCJ liberar empréstimo


Publicado em: 14/05/2020 20:28
Por: Redação Bahia Municípios com informações do site Pernambués agora Foto: Divulgação


O combate à pandemia do novo coronavírus em Salvador recebeu mais recursos com a aprovação de projeto de lei na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Vereadores.

Durante debate virtual, nesta quinta-feira (14), o vereador Luiz Carlos Suíca (PT), no entanto, além de votar a favor, pediu que os recursos também cheguem para o povo pobre da capital, que moram nas periferias e que estão vulneráveis a outras enfermidades. Os recursos são US$5 milhões de dólares do total de US$60, do empréstimo que a prefeitura tomou para o projeto Mané Dendê de qualificação urbana. São cerca de R$30 milhões de reais para aplicar contra a Covid-19.

“Quero dizer que não tive intenção de atrapalhar, até porque isso está alastrando no país. Mas eu queria fazer uma observação, queria que esse dinheiro fosse aplicado em toda a cidade, em combate à Covid-19. Infelizmente, alguns grupos ainda não se atentaram para o problema também das pessoas que moram na periferia, como na Liberdade, Plataforma, Subúrbio, Pernambués, na periferia em si. Elas estão sofrendo não só com a questão da pandemia, mas com a chikungunya e a dengue – que são as pessoas mais vulneráveis. Queria que isso fosse observado e que esses bairros pudessem ser atendidos com um pouco mais de eficácia e não só bairros da nossa cidade mais bem afortunados”, salienta Suíca durante voto a favor.

Ainda na sessão da CCJ, o edil petista sugere que a comissão reconhecesse e fizesse uma emenda para atender a essa parcela da população que mais sofre nas filas dos auxílios durante a pandemia. “Tem fila para os R$55 que o governador Rui Costa [PT] fornece aos estudantes. Filas para ter acesso a R$600 do auxílio emergencial do governo federal e filas para os R$270 da prefeitura municipal”, questiona. “As pessoas sofrem para receber uma cesta básica, um auxílio da prefeitura de Salvador, as pessoas sofrem com os R$270, e os artistas da cidade que precisam de nossa ajuda? O governo municipal precisa fazer chegar esses recursos a essa categoria também. A ouvidoria precisa fazer a audiência para debater sobre os pequenos artistas e a cultura da nossa cidade”.

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