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Jurandy se congratula com municípios que fazem aniversário em julho


Publicado em: 27/07/2020 15:52
Por: Ascom Presidência ALBA Foto: Agência ALBA


O deputado Jurandy Oliveira (PP) registrou, na Assembleia Legislativa, uma série de homenagens a municípios baianos que completaram aniversário de emancipação política e administrativa no mês de julho. Através de moção de aplausos, o parlamentar parabenizou cidades que compõem os territórios de identidade Portal do Sertão, Semiárido Nordeste II, Irecê, Vale do Jiquiriçá, Litoral Sul, Extremo Sul, Bacia do Rio Grande e Bacia do Jacuípe.

Sobre Conceição da Feira, com população estimada em 22.581 habitantes, relatou a história do povoado, que foi elevado a município pela Lei Estadual Nº 1.879, de 23/07/1926, desmembrando-se de Cachoeira. Trouxe ainda curiosidades como a escolha do nome – em homenagem à Santa que inspirou a construção de capelas e em alusão à feira livre da região – e sua fama como ‘capital do frango’, pelo destaque à avicultura.

Jurandy mencionou ainda as belezas naturais da Serra da Putuma e do Rio Paraguaçu, assim como o patrimônio arquitetônico da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, a Praça da Matriz, a praça da Bandeira e Conceição Velha. “É incontestável que a emancipação política de Conceição da Feira representa um momento de grande importância no cenário baiano, razão pela qual é um privilégio parabenizar os conceiçoenses nesse momento de alegria”, escreveu o deputado.

IPECAETÁ

No tributo a Ipecaetá, cuja população de aproximadamente 14.487 habitantes está em sua maioria na zona rural, o progressista ressaltou que a data é marcada por apresentações culturais e festejos religiosos, porém, “em período de distanciamento social e quarentena, formas mais eficazes para prevenir o contágio do coronavírus de forma coletiva, as tradicionais celebrações restam inviabilizadas”.

“Lembrar a emancipação de Ipecaetá, mais do que um dever, é um privilégio para qualquer político que vive e acompanha o cotidiano dos ipecaetenses, constatando as batalhas diárias desse povo sonhador e receptivo, que além de almejar avanços sociais, luta em conjunto com os seus governantes para que se obtenha as conquistas desejadas”, anotou Jurandy.

CIPÓ

Famoso por suas piscinas termais, tendo inclusive obtido o título de Estância Hidromineral da Bahia, Cipó foi emancipado em 1931 – registra o parlamentar: “Suas águas termais proporcionam às visitantes estadias agradáveis e festivas, assim como o Rio Itapicuru, belíssimo cartão postal e verdadeiro encanto natural que engrandece a região. Destaque-se, ainda, a inauguração do Grande Hotel Caldas de Cipó, empreendimento imponente e de grande importância para a região, que levou oito anos para ser totalmente construído e foi inaugurado em 1952 por Getúlio Vargas, presidente da República na época”.

Ele citou ainda que o gentílico cipó tem origem no tupi-guarani, com “cy” significando mãe e “ypó’, água, nascente ou fonte. “A emancipação de Cipó é uma conquista que deve ser festejada e recordada com muita alegria, já que tal acontecimento proporcionou maior autonomia para a região e estimulou o recebimento de recursos financeiros, que puderam ser revertidos em melhorias na qualidade de vida dos cipoenses”, comemorou.

CANARANA

O legislador contou a formação de Canarana, região habitada inicialmente por índios pataxós, adquiridas pelo Conde da Ponte e sua esposa, Joana de Castelo Branco, que depois transferiram para a família Miranda, responsável pela organização da fazenda Canabrava. Um decreto estadual, em 1944, consolidou definitivamente o nome Canarana, “que, em botânica, representa várias gramíneas que crescem às margens dos rios”, pontuou Oliveira.

Ele completa a informação sobre sua emancipação em seguida: Canarana foi desmembrado de Morro de Chapéu e elevado à categoria de município pela lei estadual no 1.715, de 16 de julho de 1962. Jurandy Oliveira destacou ainda a economia local diversificada e o solo de elevada fertilidade natural, “com predominância daqueles de ordem cambissolos e latossolos”.

LAJE

Para o aniversário de Laje, com população estimada em 23.840 habitantes, descreveu que “é uma imensa satisfação festejar um dos capítulos mais importantes da sua história, seja pela força do lajista, seja pelos avanços que essa conquista trouxe para a região”. Tornou-se município com a Lei Estadual nº 595, de 20 de julho de 1905, desmembrando-se de Aratuípe.

O parlamentar resgatou sua história: Conta-se que, por volta de 1850, uma enchente desviou o curso do rio Jiquiriçá, provocando a total destruição de um pequeno povoado que existia na sua margem direita. Com isso, os moradores do local se reuniram e construíram uma capela sob a invocação de Nossa Senhora das Dores, dando início, assim, a um novo povoado, na margem esquerda do rio, e um pouco abaixo da Cachoeira do Estouro. Em virtude da existência de enormes lajedos nas proximidades, o povoado passou a se denominar Nova Laje.

MASCOTE

Para Jurandy, a emancipação de Mascote – ocorrida sob a Lei Estadual nº 1885/61, do ano de 1963, ao ficar totalmente desvinculada de Canavieiras – representa “uma conquista que deve ser lembrada com muita alegria, já que tal acontecimento proporcionou maior autonomia para a região e estimulou o recebimento de recursos financeiros, que puderam ser revertidos em melhorias na qualidade de vida dos mascotenses”.

 Na moção, ele cita que a economia local gira em torno da agropecuária, destacando-se o cacau, a banana e os rebanhos de muares, suínos e bovinos. Registrou ainda que a produção pesqueira, oriunda do rio Pardo, tem grande relevância por atender as demandas da população local e dos municípios vizinhos.

LAJEDÃO

Outro documento é endereçado a Lajedão, elevado à categoria de município pela Lei Estadual nº 1.723, de 16 de julho de 1962, com instalação em 07 de abril de 1963, sendo desmembrado de Caravelas. O deputado menciona curiosidades, como a existência da rua Minas-Bahia, situada exatamente na divisa entre os dois estados, além de aspectos econômicos e culturais.

“É uma imensa satisfação festejar um dos capítulos mais importantes da história de Lajedão, que tem se projetado de forma cada vez mais imponente no cenário baiano, certamente pelo empenho dos lajedãoenses, que lutam diariamente para a formação de um vasto legado social, cultural, educacional, esportivo e político”, deseja o político.

RIACHÃO DAS NEVES

Riachão das Neves faz fronteira com Barreiras, Angical, Cotegipe, Luís Eduardo Magalhães, Formosa do Rio Preto e Santa Rita de Cássia. Jurandy conta que sua independência veio ocorrer somente em 19 de julho de 1962, através da Lei 1.731/62. “O topônimo se originou da existência da Fazenda Neves e do riacho que banha a sede do município, trazendo grandes recordações para os riachão-nevenses”, completou.

Ao parabenizar os munícipes, o deputado destaca que o município é conhecido por suas belezas naturais e pontos turísticos, como o distrito de São José do Rio Grande, “onde é possível realizar diversas atividades e conhecer restaurantes que servem pratos típicos da região, e o distrito de Cariparé, onde ocorre a festa de São Lourenço”.

SANTANÓPOLIS

Desmembrado de Irará e elevado à categoria de município pela lei estadual no 1713, de 13 de julho de 1962, Santanópolis é composto pelos distritos de Santanópolis (sede) e Boa-Espera. Está localizado na área de expansão metropolitana de Feira de Santana, fazendo limite com Feira de Santana, Santa Bárbara, Lamarão, Água Fria, Irará e Coração de Maria.

Para o município – cujo topônimo foi dado por sugestão de uma professora, devota de Senhora Santana – Jurandy escreveu, na moção, que é “uma imensa satisfação festejar um dos capítulos mais importantes da história desse município, seja pela força do santanopolinense, seja pelos avanços que essa conquista trouxe para a região”.

BAIXA GRANDE

Ao parabenizar Baixa Grande, o parlamentar conta que seu povoamento está diretamente ligado com o desenvolvimento da fazenda Cais, impulsionado pelo Tenente Coronel da Guarda Nacional, o Sr. Manuel Ribeiro Soares. O município foi elevado à categoria de vila com denominação de Baixa Grande, por meio da lei provincial nº 2502, de 17 de julho de 1885. “O topônimo adotado até hoje faz referência ao aspecto da região, que é extensa e se situa em uma baixada entre colinas”, explicou.

“É uma imensa satisfação festejar um dos capítulos mais importantes da história de Baixa Grande, que se desenvolveu pelo constante trabalho e empenho dos baixa-grandenses, responsáveis pela formação de um vasto legado cultural, educacional, esportivo e político”, festejou. Nas dez moções que apresentou, Jurandy Oliveira solicita ao Legislativo estadual que dê ciência da homenagem à Prefeitura e Câmara de Vereadores local, além do Governo do Estado.

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