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Em live com Nilo, Marcelinho defende serviços de Pet Shops como essenciais na pandemia


Publicado em: 13/05/2020 12:03
Por: Vitor Fernandes | Ascom do deputado Marccelinho Veiga | Foto: Divulgação


Os debates sobre o que são e o que não são serviços essenciais durante a pandemia do novo coronavírus foram tratados em live entre o deputado estadual Marcelinho Veiga (PSB) e o deputado federal Marcelo Nilo (PSB) na noite desta terça-feira (12).

E um dos pontos defendidos pelo parlamentar estadual foi a liberação de clínicas veterinárias e pet shops como essenciais. Marcelinho usou como base o decreto do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), que libera os serviços na capital.

Ele propõe que a Bahia reconheça também esses serviços como fundamentais, principalmente os locais onde vendem remédios, aplicam vacinas e realizam tratamentos contínuos.

“Acredito que os pet shops devam funcionar cumprindo os protocolos dos órgãos de saúde. Isso pelo fato dos atendimentos para tratamentos, compra de remédios, aplicação de vacinas, e banhos não poderem esperar, isso acarretaria no aumento de endemias e agravamento de outras situações dos animais domiciliados e de rua. Sem contar que isso afeta a saúde pública, bem-estar do animal e dos seus tutores”, salientou o deputado estadual.

Veiga ainda completou dizendo que os atendimentos devem seguir as mesmas determinações de outros estabelecimentos essenciais, como uso de máscaras, desinfestação do local, e uso de álcool em gel para funcionários e clientes.

Um grupo de veterinários procurou o parlamentar e reafirmou que o controle de zoonose reflete diretamente na questão de saúde pública. “A ausência de assistência veterinária, bem como fechamento de clínicas universitárias poderá ocasionar surtos tão graves quanto ao da Covid-19 e até mais letais como a raiva, leptospirose, esporotricose, além de muitas outras zoonoses conhecidas, que podem enfraquecer ou debilitar ainda mais a imunidade da população”, aponta carta aberta do grupo encaminhada ao parlamentar.

Na Bahia, estudo divulgado em 2019 aponta que no ano de 2018 foram notificados 231 casos suspeitos de leptospirose, sendo 58, ou seja 25, 1% confirmados em 20 municípios.

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