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Semiárido é aquecida com empreendimentos de energia solar e produção de uva


Publicado em: 09/11/2018 23:43
Por: AGENCIA DE NOTÍCIAS/ Foto: Divulgação


Projetos que têm ajudado no crescimento econômico do Vale do São Francisco, no semiárido baiano, foram visitados por comitiva da Secretária Estadual de Desenvolvimento Econômico, na quinta-feira (08). No município de Casa Nova, a Vinícola Terranova, do Grupo Miolo, já é responsável pela produção nacional de 80% dos espumantes da marca. Já em Juazeiro, a usina solar da Atlas Renewable Energy emprega mais de 1,5 mil trabalhadores da região.

“Ambos os investimentos desempenham papel estratégico, tanto na geração de emprego, quanto no desenvolvimento territorial do nosso estado. A energia limpa produzida nas quatro usinas da Atlas pode beneficiar 250 mil familias da região. E a Miolo recebe 50 mil visitantes por ano, por meio do roteiro do Vapor do Vinho, aquecendo assim o Enoturismo local”, destacou a titular da pasta, Luiza Maia.

O parque solar da Atlas Renewable Energy gera 156mwp de potência e possui 450 mil painéis fotovoltaicos. “Além de Juazeiro, a empresa tem usinas solares também em Bom Jesus da Lapa e vai implantar outra em Barreiras. Já investimos na Bahia cerca de R$ 1,1 milhão, com 3,5 mil empregos gerados em 2018”, disse o espanhol Luís Pita, diretor Geral da Atlas no Brasil.

A tecnologia adequada e investimentos sérios, que valorizam as potencialidades do Rio São Francisco são o segredo do sucesso da vinícola da Miolo Wine Group Vitivinicultura, na opinião do gerente Regional, Adauto Quirino Jr. “Nada é parecido no Brasil, em termos de tecnologia de agricultura, com aquilo que temos aqui no Vale do São Francisco”, destacou.

Com 200 hectares plantados e irrigação por sistema de gotejamento, graças às aguas do Velho Chico, a Miolo realiza duas colheitas anuais, produzem 4 milhões de litros, por ano, sendo 2 milhões de litros para espumantes e vinhos e 2 milhões para destilar. A empresa gera 150 empregos diretos. “O grupo pretende ampliar ainda mais a produção e tem nosso apoio, pois contribuem com o desenvolvimento do nosso semiárido baiano”, reforçou a secretária Luiza Maia.

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