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Bellintani pede postura rígida da FBF e diz que momento é de grande reflexão


Publicado em: 20/02/2018 17:04
Por: Da Redação


No dia em que completa 29 anos do seu bicampeonato brasileiro, a comemoração deu lugar às explicações, na programação desta segunda, 19, do presidente Guilherme Bellintani. Ainda sob efeitos do Ba-Vi do último domingo, o mandatário tricolor concedeu entrevista coletiva na qual serenidade e reflexão foram as palavras de ordem.

“Estamos em um momento de grande reflexão. O que cabe ao Bahia é ter serenidade. É nessa hora que a gente conhece o tamanho de um clube”, afirmou Bellintani, que por todo o dia se mostrou pacífico, porém não resignado.

Mesmo informado da publicação da súmula e, por consequência, do triunfo de seu time por 3 a 0 – como consta o regulamento da CBF para casos onde se excede o número limite de expulsões por time –, Bellintani revelou que esta não seria sua preocupação. O coro de “os três pontos são pouco relevantes” foi entoado diversas vezes.

A suposta combinação na expulsão do quinto jogador titular do Vitória, acarretando o término precoce da partida, foi o que mais consternou Bellintani. Ele, inclusive, cobrou uma postura “correta e rígida” da Federação Bahiana de Futebol ante a atitude do rival. “O que a gente espera da FBF é esta mesma serenidade, de fazer uma autocrítica, reconhecer erros”.

Em entrevista ao canal Esporte Interativo, Bellintani foi mais enfático em dizer qual a posição assumirá. “É muito mais em relação à Federação e ao futuro do campeonato, para que todos os responsáveis sejam punidos. Minha questão principal é a do abandono de campo, pois se tomarmos medidas disciplinares frágeis, estaremos sepultando o campeonato baiano”.

Por fim, ele chegou a dizer, à Rádio Sociedade, que “se os organizadores [FBF] não aplicarem uma punição severa aos envolvidos, o Bahia não participará mais do Campeonato Baiano”.

Bellintani disse não acreditar que tal decisão tenha partido da presidência do Vitória, mas revelou ter ficado com a impressão de uma “conexão” entre o banco de reservas e o camarote dos dirigentes rubro-negros. “Foi uma ação projetada pelo técnico”, assegurou.

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