19 de janeiro de 2019 às 16:52
Escolha seu idioma:
CURTA NOSSA PÁGINA DO FACEBOOK E RECEBA NOVIDADES

Wagner e Neto apostam no PT e em Alckmin no segundo turno


Publicado em: 20/08/2018 21:33
Por: colunalevi@gmail.com / Foto: Adilton Venegeroles Aç. A TARDE /Dom , 19/08/2018 às 12:06 | Atualizado em: 19/08/2018 às 12:08


Jaques Wagner e ACM Neto compartilham o mesmo ponto de vista sobre a força da campanha para mudar os humores do eleitorado e definir quem vai mandar.

Mas é como se os dois estivessem na praça Vinicius de Moraes, em Itapuã, o mesmo ponto de vista, porém com focos distintos, um olhando para a estátua do poeta e outro para o farol.

Ao ser indagado sobre possíveis dificuldades que os petistas teriam no Nordeste se Fernando Haddad, um poste, vier a substituir Lula, Wagner refutou:

— A campanha adensa. É aí que as coisas tomam os rumos que prevalecem.

As redes — No outro olhar, ACM Neto acha que pelo arcabouço de forças políticas que Geraldo Alckmin acumulou, fatalmente vai crescer no rumo do segundo turno quando entrar a campanha no rádio e na tevê:

— É claro que isso vai acontecer mais para o fim.

A banda convergente do debate, a força quase mágica da dupla rádio e tevê enseja outro debate, o da influência das redes sociais na cena.

Hoje, o que se diz é que elas foram fundamentais na pré-campanha, fazendo com que todos botassem a cara nas telinhas portáteis. Mas o teste decisivo será a campanha.

Ou seja, a tal força ainda existe? Wagner e Neto acham que sim e os dois, cada um com o seu olhar, para o farol ou o poeta. Por enquanto prevalecem as redes. Ou seja, a pulverização.

O PSOL aposta que vai crescer

Com 51 candidatos a deputado federal (17 mulheres) e 50 a estadual (15 mulheres), o PSOL, que já tem o vereador Hilton Coelho na Câmara de Salvador, espera eleger um federal e um estadual este ano.

Apesar do dinheiro curto, apenas R$ 100 mil para ratear entre eles e mais o candidato ao governo, Marcos Mendes, o partido está animado. Os militantes dizem que já estão acostumados a trabalhar com dinheiro pouco.

Para Ronaldo, vai tudo bem

As turbulências que marcaram a configuração da chapa majoritária e as que emergem das brigas entre as coligações de deputados nas bases não são problemas capazes de atrapalhar o caminho de Zé Ronaldo, o candidato do DEM ao governo, segundo o próprio:

— Já estou acostumado com isso. Lá em Feira, uma certa feita, eu tive que anunciar o vice no dia da convenção, porque era um que ninguém queria.

Galdino Leite ainda na luta

Galdino Leite, com quatro mandatos de deputado estadual (de 1979 a 1995), 72 anos em véspera de 73, ainda corre atrás de voto, como vem fazendo ao atiçar eleitores da velha guarda nos bairros de Salvador.

— É o vício do cachimbo. Quem gosta do negócio nunca deixa fácil.

Ele diz que está em campanha para Nelson Pelegrino (federal) e Adolfo Menezes (estadual), apenas dois amigos.

No debate da Rede TV, as pérolas de Bolsonaro e cia

O segundo debate entre os presidenciáveis, anteontem na Rede TV, produziu algumas pérolas envolvendo os candidatos. Veja:

1 — Bolsonaro pretende resolver o problema das escolas nomeando militares para a direção, a fim de restabelecer a disciplina.

2 — Ao ser indagado sobre a violência que assola o Brasil, Cabo Daciolo disse que a partir de 1º de janeiro de 2019, quando ele sentar na cadeira presidencial, a insegurança começará a reduzir até acabar.

3 — Marina Silva atacou Bolsonaro em defesa das mulheres. ‘Você acha que tudo se resolve no grito, na violência’. 

4 — Alckmin promete acabar com tantos partidos mamando nas tetas públicas.

Comentários