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Região cacaueira está órfã de deputados. Ficou sem nenhum


Publicado em: 03/11/2018 10:07
Por: Levi Vasconcelos | Foto: Roberto Viana | AGECOM


Geraldo Simões, a estrela petista que se apagou em 2010.

Com o prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, o Marão, numa frenética disputa com o colega Fernando Gomes (sem partido), de Itabuna, para ver quem se sai pior, os dois municípios, de tantas tradições de influência econômica e política, saíram das urnas de 2018 tão mal que zeraram a representação.

Os dois tinham dois deputados federais, Bebeto Galvão (PSB), de Ilhéus, e Davidson Magalhães (PCdoB), de Itabuna. Bebeto virou suplente de Jaques Wagner no Senado e Davidson, de Ângelo Coronel. Lá se diz que no ranking das homenagens suplente não é nome nem de mesa de jogo de pingue-pongue,  quanto mais de estádio. Vale muito pouco.

Geraldo

Também tinha dois estaduais, Ângela Souza (PSD), de Ilhéus, mãe do prefeito Marão, que pagou pelos pecados do filho e perdeu a reeleição (seria a terceira), e Augusto Castro (PSDB), de Itabuna, que também não se reelegeu.

Jornalistas da área dizem que assim como na economia, em que a região está lutando para construir uma nova história depois da falência do cacau, como era, precisa, até por necessidade, fazer uma nova  história também na política.

Geraldo Simões, uma das estrelas do PT, prefeito de Itabuna duas vezes, deputado estadual, depois federal, tentou eleger o filho, a mulher prefeita, e este ano  teve escassos 14.971 votos, 9.088 em Itabuna. A estrela apagou de vez, é o que dizem por lá.

Marcell de olho em Conquista

O deputado Marcell Moraes (PSDB), reeleito deputado estadual, teve 9.277 votos dos 64.219 em Vitória da Conquista e diz que vai olhar o município com muito mais carinho:

– Foi fruto do meu trabalho com os animais, castrações, essas coisas.

Em Conquista, ele é citado, a partir da votação, como um dos prefeituráveis. Não diz nem que sim, nem que não. Conversa flui na linha do porém, contudo, todavia…

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