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Profissão de desenvolvedor de game cresceu 600% em oito anos


Publicado em: 12/05/2018 10:37
Por: AG. BRASIL|Foto: Rhuan Cavalcanti


Toda criança já foi viciada em algum jogo do videogame e já se imaginou vivendo naquele mundo virtual. E se você pudesse modificar ou melhorar aquele jogo que você sempre foi fã? E se pudesse criar o seu próprio jogo? Desenvolvedor de game é a profissão de muitas pessoas que estarão presentes no Campus Party Bahia, que será realizado entre os próximos dias 17 e 20, na Arena Fonte Nova, em Salvador.

A Campus Party é a maior experiência tecnológica do mundo que une jovens geeks – pessoas que tem grande afinidade com tecnologia, eletrônica e jogos no geral – em torno de um festival de inovação, criatividade, ciências, empreendedorismo e universo digital. O evento acontece no Brasil desde 2008 e atrai além do público geek, empreendedores, cientistas e gamers.

Entre o público-alvo do evento, estão os desenvolvedores de games, um nicho que prospera em tendência oposta à crise que assola o país. Em oito anos, o número de empresas desenvolvedoras de games aumentou quase 600% e o faturamento do setor no país cresceu 25% entre 2014 e 2016. Segundo dados da Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais (Abragames), hoje, existem, aproximadamente, 300 empresas de games no Brasil.

Sócia da empresa ERA Game Studio, a desenvolvedora de game Rafaella Moraes se apresentou na última edição do Campus Party que ocorreu em Salvador. A empresa está negociando para se apresentar novamente este ano, mas dessa vez, trazendo uma novidade. “Nós desenvolvemos um novo tipo de jogo, o Live Game, que é um híbrido entre jogo digital e teatro. No ano passado, a gente apresentou uma demo do nosso jogo, o ES:CA:PE Subversão e, este ano, estamos negociando para apresentar o jogo completo. Se der certo, vai ser possível jogar as três fases do jogo no evento”, explica game design.

O número apresentado pela Agragames confirma os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apontam o crescimento real dos serviços de informática. Segundo o instituto, o volume dos serviços de tecnologia da informação cresceu 4,2%. Outra pesquisa realizada pela NewZoo, uma das principais condutoras de pesquisa sobre a indústria dos games no mundo, mostra que, em 2016, o setor faturou US$ 1,6 bilhão no Brasil, um aumento de 25% em relação a 2014.

Em agosto de 2016, o Ministério das Comunicações lançou um edital que destinava R$ 4,5 milhões para financiar jogos sérios e aplicativos de celular. A ideia era estimular a indústria de games e tecnologia no Brasil, mas também estimular o serious games. O que define esse novo segmento é o fato dele ser criado para um propósito que não é apenas divertir.

O serious game pode servir como uma forma de treinamento – seja de pilotos de avião ou de médicos; pode ser uma campanha política ou uma forma de campanha publicitária. Pode ser também, uma notícia jornalística transformada em games ou uma ferramenta de ensino para professores. No edital do Ministério das Comunicações, esse jogos deveriam ter o objetivo de fazer o mundo melhor através da educação e da conscientização.

Também com o objetivo didático, existem os jogos de negócios. A partir de simulações, ele retrata atividades cotidianas dentro de um universo virtual. O jogo de negócios gira em torno de setores básicos de uma empresa: administrativo, financeiro, comercial, pessoal e produção. Além disso, ele pode desenvolver executivos para tomadas de decisões e ajuda colaboradores em funções específicas dentro de uma empresa.

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Se você também é um geek e louco por tecnologia e jogos, a área de desenvolvimento de game pode ser ideal para você. O Educa Mais Brasil, maior programa educacional do país, pode te ajudar a seguir o seu sonho. Você pode conseguir até 70% de desconto e entrar na graduação de Desenvolvimento de Jogos Digitais ou fazer uma pós-graduação em Jogos Digitais. É muito simples, entre no site do Educa Mais, procure o curso e faça sua inscrição. É gratuita!

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