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‘Conversando com a História’ debate consumo da maconha no Brasil


Publicado em: 08/05/2018 6:58
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A história dos usos de substâncias psicoativas no Brasil é atravessada por diversas proibições desde o período colonial até os dias atuais. A maconha, possivelmente, é a mais polêmica de tais medidas, e será debatida, nesta terça-feira (8), na 17ª edição do projeto ‘Conversando com a sua História’, coordenado pelo Centro de Memória da Bahia (CMB), órgão vinculado à Fundação Pedro Calmon , unidade da Secretaria de Cultura do Estado (Secult).

Com o tema ‘É proibida a venda e uso do pito do pango: o proibicionismo da maconha no Brasil imperial, em 1830’, a palestra, que será realizada pelo professor de História Jorge Emanuel, aborda sobre a proibição dos usos populares da maconha na Corte no ano de 1830. Evento acontece no foyer da Biblioteca Pública do Estado, no bairro dos Barris, em Salvador, às 17h.

No evento, será destacada a dimensão econômica do processo, investigando a diversificada exploração da Cannabis na cidade no século 21, que ia da sua comercialização como medicamento até a produção da sua fibra têxtil, o cânhamo.
De acordo com o professor, “serão abordados elementos dos contextos históricos sobre a proibição da maconha no Brasil, destacando a origem desse posicionamento na legislação do País”.

Jorge Emanuel é graduado em História pela Universidade Estadual da Bahia (Uneb) e tem mestrado e doutorando em História Social pela Universidade Federal da Bahia (Ufba). Desde 2008 estuda as relações históricas entre drogas, sujeitos e sociedade, com ênfase nos processos de proibição dos usos e repressão dos usuários.

CMB 

O Centro de Memória da Bahia (CMB) tem o objetivo de promover a difusão da história da Bahia, por meio da preservação e ordenação de arquivos privados e personalidades públicas, e ainda a realização de exposições, seminários e cursos de formação gratuitos. Entre suas funções, é responsável pelo Memorial dos Governadores Republicanos da Bahia (MGRB), localizado no Palácio Rio Branco, no Centro Histórico de Salvador.

Fonte: Ascom/Fundação Pedro Calmon (FPC)

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