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ACM Neto vai discutir participação do DEM no governo Bolsonaro


Publicado em: 17/11/2018 14:20
Por: Redação TB | Foto: Rodrigo Daniel Silva


O encontro do prefeito de Salvador com Onyx Lorenzoni está previsto para acontecer na próxima quarta-feira.

Depois de retornar de uma viagem ao exterior nesta segunda-feira, o presidente nacional do Democratas, o prefeito de Salvador, ACM Neto, vai a Brasília para discutir com o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, a participação do DEM no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que inicia em janeiro do próximo ano.

O encontro está previsto para acontecer na próxima quarta-feira. De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, o partido vai condicionar a adesão ao governo do capitão reformado ao apoio do Palácio do Planalto à recondução do deputado federal reeleito Rodrigo Maia (DEM-RJ) na presidência da Câmara ou ao menos à neutralidade da equipe do PSL nessa disputa. ACM Neto nega.

“O apoio estará relacionado à agenda de projetos para o País, e não a cargos”, disse. Segundo a coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo, aliados de Maia teriam pedido a ACM Neto que divulgasse uma nota formalizando que o partido não endossa as indicações ao governo do PSL, mas o prefeito de Salvador teria se recusado.

O democrata soteropolitano teria avaliado que o gesto sinalizaria “hostilidade desnecessária” e que não iria impor vetos ou restrições a filiados que queriam colaborar com o presidente eleito. Os correligionários do chefe da Câmara têm receio de a presença de dois democratas no governo atrapalhe sua recondução à presidência da Câmara.

O DEM terá o deputado federal reeleito Onyx Lorenzoni no comando da Casa Civil, e Tereza Cristina no Ministério na Agricultura. Além disso, pode emplacar o parlamentar Luiz Henrique Mandetta na pasta de Saúde. ACM Neto nega. “Não cola essa história de quererem tirar o partido da presidência da Câmara com base em intrigas. Todos sabem que as escolhas foram feitas pelo presidente Bolsonaro. Não foram indicações do partido”, argumentou.

“É prioridade do partido eleger o Rodrigo para o comando da Casa, mas independe do governo. Não posso dizer que isso seria precondição para uma aliança com o presidente eleito”, afirmou, em entrevista ao site Poder360.

 

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